Durante muito tempo, fui sua voz na comunicação, no rádio, na TV e no digital. Agora quero representar suas lutas na Câmara dos Deputados e ser sua voz em Brasília.
Não tenho uma máquina eleitoral tradicional. Não tenho interesse em fabricar uma biografia para caber numa eleição. Tenho uma vida de comunicação, enfrentamentos, perguntas difíceis e proximidade com gente de verdade.
Minhas bandeiras não nasceram numa reunião de marketing. Elas nasceram na minha vida: dentro da minha família, na minha saúde, no esporte que me transformou, na música que me ensinou a defender quem vive do palco e dos bastidores.
Eu sou o improvável.
Tenho tudo para perder esta eleição. O que pode mudar esse prognóstico é a confiança das pessoas. Confiança legítima não se compra, não se força e não se toma emprestada de padrinho político.
Se você entender que eu posso representar suas lutas, vote com consciência. Se ainda tiver dúvida, continue me ouvindo, confronte minhas propostas, cobre fontes e faça perguntas.
Mandato, para mim, não é pedestal. É microfone aberto, porta de entrada e obrigação de prestar contas.
CEARÁ